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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Ovulação Irregular.

A ovulação irregular é uma das causas que dificultam ou impedem a gravidez. Ela pode ser causada por menopausa precoce, síndrome do ovário policístico, falência ovariana precoce  ou pela presença de um tumor em um dos ovários.
Mas, apesar de irregular, é possível saber em que momento do mês a ovulação acontece. Isso é importante, especialmente quando se trata de uma gravidez programada, pois esse é o período fértil da mulher e essa é a única fase do mês em que é possível engravidar.
Uma das maneiras de saber quando a mulher está ovulando é avaliar a sua temperatura corporal, que deve estar ligeiramente superior ao habitual. Mas existem outras maneiras mais viáveis de saber os dias da ovulação, como fazer  o teste da ovulação, através de um exame de ultrassom no ginecologista ou mesmo o exame de urina ou de sangue.
Existem medicamentos que estimulam a ovulação, ajudando a regularizar os ciclos menstruais e aumentando as chances da mulher engravidar.

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Anticoncepcional na amamentação

A pílula anticoncepcional mais indicada para o período da amamentação é a que possui apenas a progesterona. Um bom exemplo é a Cerazette, uma pílula anticoncepcional de uso contínuo. Outros nomes de anticoncepcional indicados para a fase da amamentação são Micronor e Minipil.
Como usar o anticoncepcional na amamentação?
O uso da pílula anticoncepcional durante a amamentação deve ser feito diariamente, rigorosamente no mesmo horário, sem tempo de intervalo entre as caixas, até que o bebê deixe de mamar. Nesse momento, a mulher deve voltar a tomar a pílula que contém 2 hormônios associados, para aumentar a sua eficácia contra a gravidez.
A Cerazette pode começar a ser tomada 15 dias após o nascimento do bebê ou em qualquer outro momento da amamentação. Recomenda-se ter relações sexuais após 15 dias do início de seu uso, para evitar uma gravidez indesejada.
Quando o bebê deixar de mamar exclusivamente e passar a mamar uma pequena quantidade de leite materno por dia, a mulher poderá voltar a utilizar o mesmo método anticoncepcional que usava antes de engravidar, mas sempre sob a orientação do seu ginecologista.

Efeitos do anticoncepcional na amamentação

O principal efeito do uso da pílula anticoncepcional na amamentação é evitar a gravidez.
Mas, durante o uso da pílula de uso contínuo, é possível que a mulher fique muito tempo sem menstruação e, após alguns meses, é normal que a menstruação fique irregular ou que venha quase que continuamente durante o mês, em pequenas quantidades.
Outros efeitos colaterais da Cerazette são a retenção de líquidos e o consequente aumento do peso, que são observados em algumas mulheres.
Tomar a pílula anticoncepcional que possui 2 hormônios durante a amamentação pode diminuir a produção do leite.

Outros métodos anticoncepcionais na amamentação

Além da minipílula, outros métodos anticoncepcionais que podem ser utilizados durante a amamentação são o preservativo; DIU com ou sem hormônios; injeção de progesterona; anel vaginal/diafragma ou implante.
O coito interrompido e a tabelinha não são métodos contraceptivos eficazes e podem gerar uma gravidez indesejada. Em caso de dúvida, o ginecologista poderá indicar a melhor solução.

Amamentação como método anticoncepcional

A amamentação só serve como método anticoncepcional se o bebê estiver em aleitamento materno exclusivo, sem ingerir nenhum outro tipo de alimento, leite ou mamadeira. Isso porque quando o bebê mama várias vezes ao dia e com muita intensidade de sucção o organismo da mulher inibe a ovulação e, portanto, não entra no período fértil. Apesar disso, há mulheres que conseguiram engravidar mesmo assim e, por isso, os médicos não indicam a amamentação como método anticoncepcional.

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Estresse causa infertilidade

Um estudo publicado no Jornal The New York Times revela que o nível de estresse pode causar infertilidade, tanto no homem, quanto na mulher. Cerca de 30% dos indivíduos que estão realizando tratamentos para engravidar não conseguem, devido ao estresse da vida diária e de seus estilos de vida pouco saudáveis.
Para esta afirmação, foram testados os níveis de cortisol nos casais e observou-se que grande parte tinha os níveis de cortisol alto, que é o hormônio ligado ao estresse. Outra situação apontada no estudo foi de que quanto mais estressada está a mulher, menor serão as chances dela ovular, dificultando ainda mais o tratamento para engravidar.
Os cientistas recomendam a prática de meditação e de Yoga, além da prática de exercícios físicos 3 vezes por semana, para diminuir os níveis de estresse e assim aumentar as chances de engravidar.

Remédios que diminuem a eficácia da pílula

Alguns remédios podem cortar ou diminuir o efeito da pílula, pois diminuem a concentração hormonal presente nela, aumentando o risco da gravidez indesejada. Confira uma lista destes medicamentos:
  • Tetraciclina, Rifampicina, Minociclina
  • Oxacilina, Oxitetraciclina, Penicilina
  • Ciclaciclina, Ampicilina
  • Amoxicilina, Dapsona, Doxicilina
  • Cloranfenicol, Carbamazepina, Primidona
  • Ritromicina, Fenobarbital, Topiramato, Oxcarbamazepina
  • Fenitoína, Difenil-hidantoina, Ritonavir, Nelfinavir, Metronidazol
  • Griseofulvina, Guanetidina, Ácido clavulânico
Recomenda-se utilizar preservativo em todas as relações sempre que tomar algum destes medicamentos, além de continuar tomando a pílula normalmente. A eficácia da pílula deverá voltar, em média, após 7 dias do rompimento do uso do medicamento.
Atenção: esses remédios podem cortar ou diminuir a eficácia da pílula anticoncepcional e da pílula do dia seguinte, mesmo quando o anticoncepcional é tomado em forma de comprimido, injeção ou adesivo.
Outras situações que também podem cortar o efeito da pílula anticoncepcional são vômitos e diarreia até 2 horas após o uso da pílula.

Beber corta o efeito da pílula?

O consumo de bebidas alcoólicas não corta o efeito da pílula anticoncepcional nem da pílula do dia seguinte, a menos que a mulher vomite até 2 horas depois de tomar a pílula.

Tomar leite corta o efeito da pílula?

O consumo de leite junto da pílula anticoncepcional ou da pílula do dia seguinte não corta seu efeito.

O que comer para engravidar

Melhorar a alimentação ajuda o corpo a se preparar para a gravidez. A mulher que pretende engravidar deve o ingerir alimentos ricos em vitamina E, B6 e ácido fólico.
Porém de modo geral, a mulher que deseja engravidar deve fazer uma alimentação nutritiva e colorida, evitando fast food, refrigerantes, gorduras trans, chá, café e bebidas alcoólicas, dando preferência aos alimentos frescos e integrais.
O ácido fólico é um suplemento aconselhado pelo médico quando a mulher decide que quer engravidar. Sempre que possível começa-se a tomar essa vitamina 3 meses antes da concepção do bebê. A toma do ácido fólico é aconselhada para prevenir má formações do sistema nervoso do bebê, reduzindo assim o risco de nascer com espinha bífida.
Porém além de tomar o suplementos a mulher pode também comer alimentos ricos em ácido fólico.
A vitamina E ou tocoferol, conhecida também como vitamina da fertilidade, está relacionada com a integridade de paredes vasculares e frequentemente aconselhada  para mulheres que querem engravidar como suplemento na prevenção de abortos. Os alimentos ricos em vitamina E são essencialmente os óleos vegetais.
Comer alho e iogurte podem ser uma opção natural para aujudar no tratamento da candidíase, que é uma doença que pode prejudicar o processo de concepção pois pode afetar a saúde dos ovários.
Emagrecer entre 10 a 20% do peso é aconselhado para mulheres que querem engravidar e que estão acima do peso e sofrem com síndrome dos ovários policísticos

Estimular a ovulação

Saber como estimular a ovulação é importante para quem quer engravidar e sofre com a síndrome dos ovários policísticos, tem uma ovulação irregular, ou até mesmo não ovula.

Como estimular a ovulação naturalmente

Para estimular a ovulação naturalmente, pode-se aumentar o consumo de inhame. O inhame pode ser consumido cozido na carne ensopada ou em sopas. Mas, para potencializar o seu efeito, aconselha-se tomar também o chá da casca de inhame.

Receita do chá de inhame para estimular a ovulação

Ingredientes

  • casca de 1 inhame
  • 1 copo de água

Modo de preparo

Coloque os 2 ingredientes numa panela e deixe ferver por 5 minutos. Tape a panela, deixe esfriar, coe e beba a seguir. Recomenda-se tomar o chá em jejum até começar a ovular. Para saber quando está ovulando use um teste de ovulação.
O inhame possui um fito-hormônio chamado diosgenina, que no organismo é transformado em DHEA e estimula a liberação de mais de 1 óvulo pelos ovários, aumentando assim as chances de gravidez. Mas, além disso, é preciso seguir uma boa alimentação e praticar atividade física regularmente.
Apesar de não haver publicações científicas que comprovem que o inhame esteja diretamente relacionado à fertilidade, este assunto vem sendo estudado por inúmeros cientistas, pois já foi observado que, ao ingerir mais inhame, as mulheres ficam mais fecundas.

Remédio para estimular a ovulação

Um remédio que serve para estimular a ovulação é o Clomifeno (Clomid), outro é a Gonadotrofina sintética. Ambos os medicamentos são eficazes em fazer os ovários amadurecerem óvulos, tornando a mulher fértil e capaz de gerar um bebê, mas eles contêm efeitos adversos que variam desde a retenção de líquidos ao câncer de ovário. Por isso, só devem ser utilizados sob orientação médica.
Geralmente, a ovulação ocorre 7 dias depois de parar de tomar o medicamento, período em que se deve aumentar o número de relações. Por volta de 15 dias após a interrupção do uso do medicamento, deve ocorrer a descida da menstruação. Caso isto não ocorra, deve-se realizar um teste de gravidez.
Estes ciclos de tratamentos devem ser feitos mensalmente e repetidos por um número máximo de 6 vezes, para evitar que a mulher sofra de uma hiperestimulação ovárica, uma complicação que pode ser fatal.

Tratamento para Infertilidade no Homem

O tratamento para a infertilidade no homem é realizado atacando a sua causa. Alguns exemplos são:
  • com o uso de antibióticos, combater doenças do sistema reprodutor;
  • cirurgia, para corrigir alguma falha deste mesmo sistema;
  • melhorar a produção de espermatozóides através da estimulação hormonal masculina.
Pode ser necessário uso de antibióticos no caso de infecções ou a realização de cirurgia para a correção da varicocele ou dos ductos que conduzem os espermatozóides, caso estes estejam impedindo a passagem.
Algumas doenças como uretrite, orquite, epididimite, prostatite e varicocele podem levar à infertilidade masculina, por diminuir o número e a capacidade de movimentação dos espermatozóides. Tratá-las é a primeira tentativa para melhorar a produção de espermatozóides, aumentando as chances de gravidez.
Os exames de sangue e a ultrassonografia pélvica podem revelar estas doenças e devem fazer parte do tratamento inicial. O espermograma vem logo a seguir para verificar a qualidade e a quantidade de espermatozóides no sêmem.
A estimulação hormonal masculina é também uma das estratégias usadas para melhorar a produção dos espermatozóides, através de medicamentos. Se estes tratamentos não derem resultados, é que as técnicas de reprodução assistida podem ser indicadas.

Miomectomia

A miomectomia é a cirurgia realizada para retirar o mioma (fibroma) do útero. Existem 3 formas diferentes de realizar a miomectomia:
Miomectomia Laparoscópica: são realizados pequenos furos na região abdominal, por onde passam uma microcâmera e os instrumentos necessários para a remoção do mioma. Este procedimento só é utilizado em caso de mioma que se localizam na parede externa do útero.
Miomectomia Abdominal: uma espécie de "cesárea", onde é necessário realizar um corte na região da pelve, que vai até ao útero, permitindo a retirada do mioma.
Miomectomia Histeroscópica: O médico introduz o histeroscópio pela vagina e retira o mioma, sem a necessidade de cortes. Somente recomendado no caso do mioma estar localizado dentro do útero com uma pequena parte para dentro da cavidade endometrial.
Em alguns casos a cirurgia para a retirada do mioma pode não ser eficaz e o tumor voltar a crescer após alguns meses.
Contudo, há estudos que comprovam que algumas mulheres, apesar de terem seu útero preservado, tem menores chances de engravidar após este tipo de tratamento. Isso seria devido a aderências cicatriciais que se formam após a cirurgia.
Durante a cirurgia de miomectomia  pode ocorrer hemorragia e ser necessária a retirada do útero.

Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides

A injeção Intracitoplasmática de espermatozóides consiste numa técnica de fertilização in vitro. Nessa técnica, um único espermatozóide é colocado dentro de um óvulo e, só passadas 48 ou 72 horas, da concepção ele é implantado no útero.
Esta técnica é também conhecida por bebê de proveta, por ser criada em laboratório. Ela é aconselhada quando o homem possui um quadro de oligospermia severa, que é caracterizada por uma quantidade menor do que 5 milhões de espermatozóides por mililitro de sêmen ejaculado.
Outras situações em que a injeção intracitoplasmática de espermatozóides é indicada são no caso de uma obstrução das tubas uterinas, endometriose, infertilidade sem causa aparente e idade avançada da mulher. Estas situações podem impedir a maturação ou a implantação do óvulo dentro do útero, impedindo uma gravidez

Dia Fértil

O dia mais fértil da mulher é aquele em que o óvulo está devidamente maduro para receber o espermatozoide e assim concretizar a concepção. Este dia representa o meio do ciclo menstrual e ocorre mensalmente nas mulheres saudáveis, durante a sua fase reprodutiva.

Como saber o dia fértil

Para saber o dia fértil deve-se anotar num calendário os dias da menstruação durante pelo menos 3 meses, sem tomar anticoncepcional. Se a sua menstruação for regular, poderá saber exatamente quando será o período fértil e o dia mais fértil do mês. Num ciclo de 28 dias, o dia mais fértil é o 14º dia, a contar a partir do 1º dia da menstruação. Mas se a mulher tiver um ciclo irregular, saber o dia fértil é mais arriscado.
O cálculo do período fértil é muito útil para engravidar, mas para quem não quer engravidar, o ideal é não utilizar esta tabelinha e recorrer a algum método contraceptivo como a pílula ou a camisinha, por exemplo.

Sintomas do dia fértil

Os sintomas do dia fértil incluem:
  • Sensação da vagina estar mais molhada que o habitual, e
  • Muco vaginal mais elástico e semelhante à clara de ovo.
O dia fértil pode também ser observado através de um exame de ultrassom ou através de um teste de ovulação que se compra na farmácia.

Dia fértil com Clomid

O dia fértil para quem usa o Clomid, um remédio para estimular a ovulação, ocorre entre 5 e 12 dias após a toma do último comprimido da embalagem.

Engravidar aos 40

É certo que conseguir engravidar aos 40 anos de idade é mais difícil do que aos 30, mas não é impossível.

Engravidar aos 40 anos é perigoso?

Engravidar aos 40 anos de idade é mais perigoso que engravidar no início da vida adulta. Os riscos de engravidar aos 40 anos de idade incluem:
  • Aumento das chances de desenvolver diabetes gestacional
  • Eclampsia: pressão alta típica da gravidez;
  • As chances de ocorre um aborto são maiores;
  • O risco do bebê ter alguma deficiência são maiores;
  • Os risco do bebê nascer antes das 38 semanas de gestação também são maiores.

Chances de engravidar aos 40 anos de idade

Apesar das chaces da mulher conseguir engravidar aos 40 anos de idade serem menores que aquelas que conseguem engravidar aos 20, elas não são inexistentes.  Se a mulher ainda não tiver entrado na menopausa e não tiver nenhuma doença que afete o aparelho reprodutor, ela ainda tem chances de conseguir engravidar.
O que pode dificultar a gravidez aos 40 é o fato dos óvulos já não responderem tão bem aos hormônios responsáveis pela ovulação, devido a idade. Com o envelhecimento dos óvulos, há uma maior chance de abortos espontâneos e do bebê sofrer de alguma doença genética, como a síndrome de Down.

Dicas para engravidar aos 40 anos

Algumas dicas para conseguir engravidar aos 40 anos de idade são:
  • Realizar um check-up antes de começarem as tentativas para engravidar;
  • Verificar sua taxa de fertilidade através dum exame de sangue para checar os níveis de FSH e/ou estradiol no início do ciclo menstrual. Os níveis destes hormônios podem sugerir que os ovários já não respondem aos hormônios que induzem a ovulação.
  • Começar a tomar ácido fólico 3 meses antes de começarem as tentativas para engravidar;
  • Praticar exercícios físicos de forma regular;
  • Adotar uma boa alimentação;
  • Evitar o estresse e a ansiedade;
  • Ter relações durante o período fértil.
Caso após algumas tentativas a mulher não conseguir engravidar, ela pode optar pelas técnicas de fertilização assistida ou adotar uma criança.

Tratamento para engravidar aos 40 anos

Os tratamentos para engravidar aos 40 anos podem incluir:
  • Indução da ovulação;
  • Fertilização in vitro;
  • Inseminação artificial.
Estes tratamentos são indicados quando o casal não consegue engravidar sozinho após 1 ano de tentativas. Eles são uma boa alternativa para quem tem dificuldade em engravidar mas também podem ser bastante desgastantes pois a cada ano que passa as chances da mulher conseguir engravidar ou manter uma gravidez vão sendo reduzidas e cada um destes tratamentos só devem ser realizados 1 vez por ano.

Acupuntura para engravidar

Trabalhos científicos de renome já mostram os benefícios da acupuntura para quem deseja engravidar. A técnica deve ser realizada desde o momento em que a mulher inicia o tratamento de fertilização in vitro, assim ela ficará mais calma e mais equilibrada emocionalmente.
Os benefícios não são somente estes. Ao realizar a acupuntura para engravidar, há um aumento do fluxo sanguíneo na região pélvica que potencializa o tratamento da fertilização.
Recomenda-se fazer uma sessão de acupuntura cerca de meia hora antes da FIV e meia hora depois do tratamento, para que o fluxo sanguíneo ajude na implantação do embrião.
Um dos estudos revelou que, das 70 mulheres que fizeram a FIV juntamente com a acupuntura, 36 engravidaram e, das outras 70 que realizaram a FIV sem a acupuntura, somente 18 engravidaram.
Esta conduta ainda não é padrão. Embora a acupuntura seja bem difundida atualmente para tratamento de rinite, lombalgia, etc, ainda não há evidencia científica de que a acupuntura axilie na gravidez.

Menopausa

A menopausa é caracterizada pelo fim da menstruação, por volta dos 45 anos de idade, e é marcada por sintomas como ondas de calor que surgem repentinamente e a sensação de calafrios que vêm logo a seguir. O tratamento para menopausa pode ser feito através da reposição hormonal sob indicação do ginecologista mas também pode ser feito de forma natural com o uso de fitoterápicos.

O que acontece na menopausa

O que acontece na menopausa é que o organismo deixa de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, e isto pode gerar sintomas como ausência de menstruação, ondas de calor e irritabilidade mas nem todas as mulheres percebem estes sintomas, para algumas a menopausa pode passar quase que desapercebida sendo somente diagnosticada pelo médico através de um exame de sangue que verifica a questão hormonal.
Os sintomas da menopausa podem surgir a partir dos 35 anos de idade e tendem a se intensificar a partir desta idade. A idade da menopausa varia entre os 40 e 52 anos. Quando ela ocorre antes dos 40 é chamada de menopausa precoce e quando ocorre depois dos 52 anos, menopausa tardia. 
Algumas alterações que acontecem na menopausa são:
  • Cérebro: alterações de humor e da memória, irritabilidade, depressão, ansiedade, dor de cabeça e enxaqueca;
  • Pele: aumento da sensibilidade ao calor, vermelhidão, acne e pele seca;
  • Mamas: aumento da sensibilidade da mama e caroços;
  • Articulações: Diminuição da mobilidade articular, rigidez;
  • Sistema digestivo: Tendência a prisão de ventre;
  • Músculos: cansaço, dor nas costas, diminuição da força muscular;
  • Ossos: Perda da densidade óssea;
  • Sistema urinário: secura vaginal, enfraquecimento dos músculos que suportam o reto, útero e bexiga, tendência a desenvolver infecções urinárias e vaginais;
  • Fluidos corporais: retenção de líquidos e aumento da pressão arterial.
O que se pode fazer para diminuir os incômodos da menopausa é fazer a reposição hormonal sob orientação médica, mas para melhorar a qualidade de vida a mulher poderá seguir algumas orientações como alimentar-se corretamente, praticar exercícios regularmente e cuidar da sua aparência física.

Sintomas da menopausa

Os sintomas da menopausa geralmente incluem:
  • Menstruação irregular, até que a mulher fique no mínimo 12 meses sem menstruar;
  • Ausência da menstruação;
  • Ondas de calor que surgem de repente, mesmo se a mulher estiver num local com ar condicionado;
  • Suor frio que ocorre logo depois desta onda de calor;
  • Secura vaginal que dificulta o contato íntimo;
  • Mudanças bruscas de humor;
  • Ansiedade e nervosismo mesmo sem causa aparente;
  • Insônia ou dificuldade para dormir;
  • Aumento do peso e facilidade em acumular gordura no abdômen;
  • Osteoporose;
  • Depressão;
  • Sensação de formigamento ou perda da sensibilidade em alguma parte do corpo;
  • Dor nos músculos;
  • Dor de cabeça frequente;
  • Palpitação cardíaca;
  • Zumbido nos ouvidos.
O diagnóstico da menopausa é baseado nos sintomas que a mulher relata para o médico, mas em caso de dúvida, pode-se confirmar o declínio hormonal através de um exame de sangue. A severidade dos sintomas pode ser avaliada pela tabela abaixo:
SintomaLeveModeradaGrave
Onda de calor4812
Parestesia246
Insônia246
Nervosismo246
Depressão123
Cansaço123
Dor nos músculos123
Dor de cabeça123
Palpitação cardíaca246
Zumbido no ouvido123
Total173451
De acordo com esta tabela a menopausa pode ser classificada como sendo:
  • Menopausa leve: se a soma destes valores for até 19;
  • Menopausa moderada: se a soma destes valores estiver entre 20 e 35
  • Menopausa grave: se a soma destes valores estiver acima de 35.
Dependendo do desconforto que a mulher apresentar ela poderá realizar um tratamento para diminuir estes sintomas, mas existem mulheres que apresentam pouco desconforto e por isso conseguem atravessar esta fase sem medicamentos.

Tratamento para menopausa

O tratamento para a menopausa pode ser direcionado para eliminar a causa ou somente os sintomas da menopausa. A terapia de reposição hormonal é geralmente indicada pelos médicos e consiste na toma de hormônios sintéticos por um determinado período de tempo. No entanto a reposição hormonal é contraindicada em caso de:
  • câncer de mama,
  • trombose ou problemas circulatórios,
  • histórico de infarto ou derrame cerebral;
  • doenças no fígado como cirrose hepática, por exemplo.

Tratamento natural para menopausa

Algumas orientações úteis para o tratamento natural para menopausa são:
  • Tomar suplementos de soja, lecitina da soja ou isoflavona de soja para combater as ondas de calor;
  • Tomar um banho, colocar os pulsos em água corrente fria ou tomar uma bebida gelada para suportar as ondas de calor;
  • Consumir uma planta medicinal chamada Cohosh negro (Cimicifuga Racemosa) para diminuir a secura vaginal, além de aplicar um gel lubrificante antes de cada relação;
  • Consumir regularmente o chá de uva-urisnha para combater infecções na urinárias.
Tomar uma xícara de café forte sem açúcar para combater a dor de cabeça sempre que ela aparece é uma boa opção para evitar a toma de medicamentos.
Além destas opções existe a possibilidade da mulher seguir o tratamento homeopático para menopausa com o uso de Lachesis muta, Sépia, Glonoinum, Amil nitrosum, sanguinária ou Cimicifuga, sob orientação do médico homeopata. Ou recorrer ao tratamento fitoterápico para menopausa com o uso de tintura de amora isoflavona de soja ou cimicifuga racemosa (Black Cohosh), sob orientação do médico fitoterapeuta.
Informa-se que quem toma os medicamentos hormonais receitados pelo médico não deve usar estes medicamentos ao mesmo tempo.

Remédio para menopausa

Alguns exemplos de remédios para menopausa são:
  • Estradiol e Didrogesterona (Femoston);
  • Valerato de estradiol e acetato de ciproterona (Climene);
  • Venlafaxina (Efexor);
  • Gabapentina (Neurotin);
  • Calmantes naturais como passiflora, valeriana e hipericão;
  • Brisdellee.
O ginecologista poderá indicar os remédios mais indicados dependendo dos sintomas que a mulher apresenta, e por isso o tratamento da menopausa pode ser diferente de uma mulher para outra.

Alimentação na menopausa

A alimentação na menopausa também pode ajudar a aliviar os sintomas típicos desta fase, por isso é indicado:
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio como leite e seus derivados, sardinha e soja para ajudar a fortalecer os ossos;
  • Aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina E como óleo de gérmen de trigo e legumes de folha verde;
  • Dar preferência a: frutas cítricas, cereais integrais, peixes. A suplementação com semente de linhaça pode ser indicada para melhorar o transito intestinal e controlar o colesterol.
  • Evitar: pratos condimentados, alimentos ácidos, café e bebidas alcoólicas, alimentos com alto teor de açúcar e gorduras, como os industrializados, além das carnes e lacticínios gordos.
Após o início da menopausa a mulher tem uma maior tendência para engordar porque o metabolismo torna-se mais lento e para evitar este aumento de peso é indicado diminuir a ingestão diária de calorias dando preferência ao consumo de alimentos light.

Como evitar e tratar a pele seca na menopausa

Algumas dicas úteis para evitar e tratar a pele seca na menopausa são:
  • Hidratar a pele diariamente utilizando cremes para o corpo e cremes para o rosto;
  • Usar sabonete líquido ou com hidratante;
  • Evitar a exposição solar principalmente nos horários mais quentes do dia;
  • Usar protetor solar sempre que sair de casa;
  • Beber cerca de 2 litros de água por dia;
  • Tomar um suplemento de vitamina E.
Para que a mulher encontre o bem-estar na menopausa além de contornar os sintomas causados pela queda hormonal. Ela poderá recorrer a tratamentos de beleza como aplicação de botox, peeling químico, lifting facial, tratamento a laser para varizes ou lipoaspiração, dependendo da necessidade.

Exercícios na menopausa

A prática regular de exercícios na menopausa ajuda a manter o peso sob controle e a fortalecer os ossos. Alguns exemplos de exercícios indicados para esta fase são: hidroginástica, ioga e Pilates pois eles provocam menor sudorese e favorece o controle da respiração, o que também pode combater o estresse. Para melhorar o humor fazer exercícios no início da manhã sob a luz do sol é o mais indicado.
O indicado é realizar pelo menos 30 minutos de exercícios diariamente pois isto também ajuda a tonificar os músculos, evitando assim a diminuição da massa muscular e a consequente troca por gordura.

Útero Infantil

O que é:

O útero infantil, cientificamente chamado de hipogonadismo hipotrófico, é uma má-formação em que o útero não se desenvolve completamente  e mantém as mesmas medidas do útero na infância.

Diagnóstico de útero infantil

O diagnóstico do útero infantil é feito mediante a ultrassonografia pélvica ou transvaginal e esta pode ou não produzir nenhum sintoma. Nele observa-se que o corpo do útero tem a mesma medida ou uma medida muito próxima do colo do útero, quando o corpo do útero deveria ser maior.

Causas do útero infantil

As possíveis causas do útero infantil são a disfunção ovariana ou problemas hormonais relacionados à hipófise que fazem com que os órgão reprodutores não se desenvolvam corretamente.

Tratamento para útero infantil

Medicamentos à base de hormônios são recomendados como forma ideal de tratamento, para promover o correto crescimento do útero, especialmente se a mulher tem outros problemas associados, como a hipofunção dos ovários.

Gravidez em caso de útero infantil

As mulheres com útero infantil podem engravidar sem problemas, mas devem fazer o acompanhamento pré-natal com um bom obstetra, para que ele acompanhe de perto toda a gravidez e esteja atento a qualquer eventual problema.

Útero Infantil na Gravidez

Para que a mulher que possui o útero infantil tenha uma gravidez sadia é necessário que ela tome hormônios sintéticos antes de engravidar. O útero poderá desenvolver e poderá abrigar o bebê em segurança.
Se ela conseguir engravidar antes, é provável que sofra um aborto espontâneo, e para evitar este risco, deve-se seguir o tratamento proposto pelo médico ginecologista corretamente

Tratamento para Útero Infantil

O tratamento para o útero infantil é feito com a toma de medicamentos à base de hormônios que estimulam o desenvolvimento correto dos órgãos reprodutores da mulher.
O útero infantil pode ser causado por uma deficiência hormonal de FSH e a toma de medicamentos que estimulem este hormônio é capaz de fazer com que o útero e os ovários alcancem a maturidade assumindo seu tamanho ideal e normalizando suas funções.
Com a toma dos medicamentos os ovários passarão a liberar folículos mensalmente e o útero aumentará de tamanho, permitindo um ciclo reprodutivo normal, possibilitando a gravidez.
O tratamento deve ser iniciado assim que a doença for descoberta, com o acompanhamento de um ginecologista.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Cafeína pode agravar Infertilidade

Segundo uma publicação científica, o consumo de mais de 300 mg de cafeína por dia pode agravar a infertilidade feminina. A cafeína em excesso pode levar a ausência de movimentos dos músculos que levam o óvulo até ao útero, dificultando a gravidez.
Como o óvulo não se move sozinho, é preciso que estes músculos localizados na camada interior das trompas de falópio contraiam-se involuntariamente e levem-no para lá dando início a gravidez e por isso, quem deseja engravidar deve evitar o consumo de alimentos ricos em cafeína tais como café; coca-cola; chá preto e chocolate.

Cafeína agrava a infertilidade masculina?

Segundo os investigadores, a cafeína não prejudica em nada a fertilidade masculina. Nos homens, o seu consumo aumenta a mobilidade dos espermatozoides e este fator pode até torná-los mais férteis.

Quantidade de cafeína nos alimentos

1 xícara de café coado: 25 a 50mg,
1 xícara de café expresso: 50 a 80mg,
1 xícara de café instantâneo: 60 a 70mg,
1 xícara de cappuccino: 80 a 100mg,
1 xícara de chá coado: 30 a 100mg,
1 barra de chocolate ao leite de 60g: 50mg.
A quantidade de cafeína pode variar ligeiramente dependendo da marca do produto

O que é período fértil

O período fértil feminino é o momento ideal para a mulher engravidar. Ele dura aproximadamente 6 dias, e é a fase do mês em que a mulher está ovulando. O período fértil começa 14 dias antes da menstruação descer, numa mulher que tenha menstruações regulares a cada 28 dias.
Durante o período fértil, que dura aproximadamente 6 dias, o óvulo maduro sai do ovário para as trompas de falópio em direção ao útero e pode ser penetrado por um espermatozoide, dando início a uma gravidez. Este é o momento da concepção.

Sinais do período fértil

É fácil identificar o período fértil da mulher, porque ela apresenta sinais ou sintomas como:
  • Muco vaginal sem cheiro, claro e transparente como clara de ovo 
  • Temperatura corporal ligeiramente elevada
Esses sintomas ocorrem porque o corpo da mulher está se preparando para acolher um bebê. Com o muco vaginal mais líquido e transparente, os espermatozoides podem nadar com mais facilidade e a temperatura corporal sobe devido ao esforço que o próprio corpo faz para amadurecer e direcionar o óvulo para as trompas de falópio.
Quando não existe fecundação, ou seja, quando o óvulo não é penetrado por um espermatozoide, ele morre e desfaz-se aos poucos, sendo eliminado também na menstruação. Apesar do óvulo ser pequenino, o organismo prepara uma espécie de ninho para abrigar o suposto feto e, quando isto não ocorre, todo o sangue que fazia parte do "ninho" sai através do canal vaginal em forma de menstruação, juntamente com o óvulo microscópico não fecundado.

Período fértil e anticoncepcional

Quem toma anticoncepcional com regularidade não tem período fértil e, por isso, não consegue engravidar, pois a pílula anticoncepcional é feita à base de hormônios que inibem a ovulação. Só existe o risco de a mulher ter uma ovulação tomando o anticoncepcional se ela:
  • Não tomar o anticoncepcional oral diariamente
  • Se esquecer de tomar o anticoncepcional no mesmo horário de sempre
  • Estiver tomando certos medicamentos, como antibióticos
  • Vomita logo após a toma da pílula
  • Se passou por algum episódio de diarreia durante o mês
Dependendo do dia em que ela não tomou a pílula, ela poderá entrar no período fértil e, se tiver relações naquele dia, poderá engravidar. Para não correr este risco, recomenda-se que ela continue tomando a pílula normalmente, mas que use preservativo em todas as relações até acabar aquela cartela.
Quando a mulher deixa de tomar a pílula anticoncepcional, ela volta a ovular com regularidade. Não existe prova científica de que a mulher que toma pílula anticoncepcional durante muitos anos não consiga engravidar quando parar de tomá-la. Uma das teorias em relação a este assunto é de que a mulher já era infértil, desde antes o início do uso da pílula. No caso de infertilidade após longo tempo de uso do anticoncepcional, deve-se procurar um ginecologista para exame clínico e realização de exames.

Período fértil depois da menstruação

O período fértil começa no 11º dia depois da menstruação e dura até o 17º dia, sendo esses os melhores dias para engravidar.
Por exemplo: se a menstruação tiver vindo no dia 10, o período fértil da mulher depois da menstruação será entre os dias 20 e 26, e o seu dia mais fértil será o dia 23, pois será a data central do período fértil.
É importante saber que esse cálculo só é seguro para as mulheres que têm um ciclo menstrual de 28 dias, todos os meses. As mulheres que têm um ciclo menstrual irregular não conseguem calcular com precisão o período fértil. Neste caso, deve-se observar os sinais do corpo que indicam a ovulação, que é o período fértil, para aumentar as chances de engravidar.

Sinais e sintomas do período fértil

Os sinais e sintomas do período fértil são:
  • Muco vaginal semelhante à clara de ovo, em maior quantidade que o habitual, claro e pouco espesso;
  • Pequeno aumento da temperatura corporal. Se o normal é 36ºC, no período fértil pode-se chegar a 36.5ºC, por exemplo;
  • Aumento do apetite sexual;
  • Pode haver algum desconforto no baixo ventre.
Quem deseja engravidar deve ter relações nos dias em que esses sintomas estiverem presentes porque assim as chances de engravidar aumentam